|a contar até dez|

irrita-me esta característica mesquinha dos portugueses… esta coisa de se fazerem mais importantes do que aquilo que realmente são.

gostam de ser bajulados, gostam de se fazer de difíceis, gostam que os outros corram atrás só para se sentirem donos e senhores do mundo.

uma pessoa liga e a/o assistente diz que o doutor/engenheiro/arquiteto não pode atender, está em reunião ou está apenas muito ocupado.

“envie um email”, diz ela [ou ele, que para o caso tanto dá].

e vamos com muita sorte se nos derem o email direto, pois na maioria das vezes dão um contacto geral ou de departamento e é um ver se te avias até chegar a quem realmente interessa ou diz respeito.

o visado não responde, mesmo que o conteúdo da missiva seja uma mera pergunta.

lá vamos nós, quais carrapatos, tentar novamente o telefone… ligamos de manhã e ouvimos um “ligue mais tarde” pois o Doutor/Engenheiro/Arquiteto está ocupado ou ainda não chegou.

ligamos mais tarde e a resposta é a mesma.

“o melhor será ligar amanhã, pois hoje o Doutor/Engenheiro/Arquiteto hoje não vai ter tempo”.

ligamos no dia seguinte, no momento indicado e ouvimos exatamente a mesma resposta.

não seria mais fácil um “não, não estou interessado” mesmo que fosse dito através do ou da assistente?! poupava-nos tempo a todos.

e poupávamos no rennie, que isto é coisa para nos deixar cá com uma azia…

[inspira & expira]

|a contar até dez|

3 pensamentos sobre “|a contar até dez|

Para bater à porta...

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