|Faltam-me as palavras|

Raramente me faltavam as palavras…

Raramente me deixava intimidar

dou agora comigo inúmeras vezes em silêncio, sem saber o que dizer… remeto-me a observar os gestos, os olhares, os movimentos. prendo-me com os cheiros, com os sons, com as palavras dos outros.

talvez a idade tenha acalmado a minha impulsividade. um pouco de discernimento cai sempre bem com o passar dos anos.

a idade trouxe-me as faces ruborizadas ao mínimo sinal de vergonha ou timidez

a idade também me fez desacreditar um pouco nas pessoas simples e de gestos abertos.

felizmente que ainda há pessoas como a Catarina para me fazer perceber que estava errada.

eu, a “desenvergonhada”, deixei-me intimidar pela espontaneidade da catarina, pela forma como me cumprimentou sem me conhecer, pela forma como partilhou o seu filho pequeno, a sua amiga e um pouco do seu dia.

Senti-me envergonhada… uma timidez súbita, que não sei de onde surgiu, invadiu-me e tornou-me incapaz de ser eu mesmo, de ser quem eu sou para com os meus…

a timidez tem destas coisas… ou me dá para falar sem parar, ou me dá para ficar feita estúpida sem conseguir dizer nada de jeito.

passado quase uma semana não podia deixar de estar mais feliz pela Catarina, pela concretização do seu mundo de princesa, pelo seu segundo livro, pela sua felicidade.

amanhã lá estarei para a apresentação do livro aqui no Porto, para lhe dar os parabéns pessoalmente e para partilhar um pouco da sua felicidade.

 

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