|capas e carapaças|

Horas e horas de programação neurolinguística, horas e horas de auto-disciplina e de autoconhecimento, horas e horas de treino intensivo na arte de relativizar, na arte de ser feliz, para agora ser preciso uma carapaça para proteger.
Tem dias em que o escudo cai e o corpo fica exposto aos mais diversos ferimentos.
E por mais que se passe a língua – qual animal dorido – não há forma de curar e até o vento faz com que as lágrimas brotem e escorram pela face. Involuntariamente.
E todo o corpo encolhe, diminui, mirra perante tão vil investida: uma investida não direccionada, não intencional, despretensiosa.
São estas investidas, sem tática nem estratégia, que derrubam todas as muralhas e muros, todos os castelos e fortalezas, todas as capas e carapaças.

|capas e carapaças|

Para bater à porta...

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