Na hora de dizer Adeus…

… custa sempre olhar para quem fica.
… custa sempre olhar com os olhos e perceber a gravidade da situação.

Impensável continuar para mim… para os outros, os que cá vão continuar a lutar, desejo a melhor sorte.
Tal como tenho ouvido frequentemente nos últimos dias, “uma empresa faz-se de pessoas” e estas pessoas, mais ou menos profissionais, são muito válidas…

Tão válidas que custa imaginar a sua sorte num curto espaço de tempo.

Hoje, por aqui, parecia mais um velório…
Não pela minha saída, mas por aqueles que ficam e que lutam perante uma situação doentia.

Isto da crise é doentio e tira a saúde às pessoas… tira-lhes os sorrisos, a boa disposição… tira-lhes a voz e a música…

Aos poucos, já nem os barulhos das máquinas se ouve…

Amanhã ainda estarei por cá a terminar pequenas coisas e, acima de tudo, a ouvir os lamentos e as preocupações de quem cá fica.

Quanto a mim, também me preocupa o futuro…
Um novo desafio pela frente levanta sempre inúmeras questões:
Será que estou à altura?
Será que vou ser capaz?
Será que vou gostar das novas pessoas?

Vou sentir saudades deste meu canto, destas minhas pessoas… mas já há alguns meses que venho a sentir falta do que tinha, da promessa e do futuro aqui dentro

Por hoje, brindemos a um futuro melhor para mim e para quem cá fica!

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Na hora de dizer Adeus…

Para bater à porta...

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