Just a perfect day…

Ainda hoje ouvia a seguinte frase:
“De que servem as coisas boas se não forem para cair no exagero?”

Sem margem para dúvidas, nós temos tendência a exagerar em tudo… não apenas nas coisas boas…
Falo essencialmente por mim… sou demasiado “picuinhas” para reparar no mais pequeno pormenor e transformá-lo na verdadeira razão de ser das coisas…
O que consigo eu com isto?!
Estragar aquilo que poderia ser um momento único, preparado com todo o carinho por alguém que nos é muito especial…

… e depois há que correr atrás do prejuízo…

… e é para isso que servem dias como os de hoje – perfeitos dentro da sua simplicidade, da sua singularidade, ladeado por inúmeros pormenores que fazem a diferença… e estes sim, merecem ser exagerados, merecem ser “gigantemente extrapolados” para que jamais caiam no esquecimento…

mas – tal como em tudo na minha vida – não há dia nenhum que seja perfeito… e este, apesar de muito especial, memorável, and so one, and so one… pode contar com algumas nuvens que foram escondendo o sol em determinadas alturas do dia…

enfim…

“(…) Se desta vida imperfeita eliminássemos tudo o que é inútil, a imperfeição deixaria ela própria de fazer sentido.”

(Haruki Murakami, in “Sputnik, meu amor”)
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Just a perfect day…

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